Biologique Recherche deseja potencializar a dinâmica do mercado brasileiro de luxo

10/07/18 | Brazil beauty news

A Biologique Recherche, marca de cosméticos e cuidados profissionais de luxo, iniciou uma jornada de reconquista progressiva do mercado brasileiro. Thierry Mabboux, distribuidor da marca e profundo conhecedor do mercado por atuar há 20 anos no setor, confirma o crescente interesse de uma parte dos consumidores brasileiros por produtos cosméticos premium made in France.

Com 40 anos de experiência em tratamentos para a pele, a empresa familiar Biologique Recherche, fundada pelo Dr. Philippe Alouche, cultiva uma sólida expertise em cuidados especializados para o rosto, o corpo e os cabelos, baseados em produtos com alta concentração de princípios ativos e uma metodologia desenvolvida em três fases.

Há dois anos, a marca iniciou seu retorno ao Brasil, graças ao impulso de Thierry Mabboux (MVL), que assumiu a distribuição dos produtos da marca. O foco principal são os spas de hotéis de alto padrão, bem como os dermatologistas e os salões e institutos de beleza posicionados no segmento de luxo.

« Já estamos trabalhando com dez parceiros, e cerca de 20 projetos estão em fase de estudo em São Paulo, no Rio e no sul do país« , afirma Thierry Mabboux. « O luxo é um setor importante no Brasil, da mesma forma que certos segmentos, como o de produtos capilares. A ampla expertise da Biologique Recherche nessas áreas é um grande diferencial« , continua ele. Um bom exemplo é o protocolo de cuidados para os cabelos criado pela marca como tratamento após a praia. O protocolo inclui, como todos os demais produtos da gama, pelo menos 20% de ingredientes ativos.

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As startups brasileiras entre as mais inovadoras do mundo

12/07/2018 | Exame

As participantes brasileiras da lista global usam a tecnologia para resolver problemas antigos, como produtividade em campo e gestão de resíduos

São Paulo – O Fórum Econômico Mundial acaba de lançar a sua lista das startups mais inovadoras do mundo. Essas empresas, vindas de países diferentes, são pioneiras em tecnologias que estão transformando os mercados em que atuam.

As inovações vão desde o uso de inteligência artificial para a criação de novos remédios até o desenvolvimento de veículos autônomos, cybersegurança e redução de resíduos. Para participar da lista, a empresa precisava ser independente, não uma subsidiária ou joint venture, e ter faturamento anual abaixo de 500 milhões de dólares.

As empresas escolhidas participam, por dois anos, de iniciativas, eventos e atividades desenvolvidas pelo Fórum e contribuem com ideias e perspectivas novas para problemas globais, diz a publicação.

Entre as 61 empresas da lista, 28 são dos Estados Unidos, oito de Israel, cinco do Reino Unido e três da Suíça. O Brasil está representado com duas empresas, a Agrosmart e a Plataforma Verde.

Usando sensores e dados de satélite, a Agrosmart monitora plantações em tempo real. O modelo de irrigação economiza água e energia e aumenta a produtividade.

Criada por três jovens empreendedores em 2014, ela entrou para programas de aceleração do governo brasileiro, da Google e se tornou uma parceira da Nasa, agência espacial dos Estados Unidos, depois que a sócia Mariana Vasconcelos foi selecionada como bolsista na Singularity University, do Vale do Silício.

No mercado desde 2016, a startup tem hoje 120 mil hectares monitorados pelo Brasil, e atua também em países como México, Colômbia, Peru e Israel.

A segunda brasileira da lista também usa tecnologia para ajudar a melhorar a eficiência, mas agora da gestão do lixo e resíduos. A companhia desenvolveu um software que usa tecnologia blockchain para rastrear o lixo resíduos, transportes e destinos de toda a cadeia produtiva. Assim, a empresa consegue controlar melhor suas perdas.

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Governo dará empréstimos de até R$ 20 mil (e sem juros) para MEIs

12/07/18 | Exame

Programa Juro Zero Empreendedor oferece crédito para a categoria de microempreendedores individuais.

Os microempreendedores endividuais (MEIs) do estado de São Paulo que estão em busca de crédito para investir na melhoria ou na ampliação dos seus negocios têm a oportunidade de obter empréstimo sem juros por meio do programa Juro Zero Empreendedor, uma parceria entre o Sebrae/SP e a DesenvolveSP, agência de fomento do Estado de São Paulo.

Com esse programa, que prevê empréstimos de R$ 1 mil a R$ 20 mil, o MEI não precisa de avalista, tem seis meses de carência e até 36 meses para pagar. Os recursos podem ser utilizados para compra de máquinas, equipamentos, mercadorias e capital de giro produtivo.

O acesso ao crédito é exclusivo para aqueles MEIs que concluírem um curso dentro do programa Super MEI, que oferece 50 mil vagas gratuitas em diversas opções de capacitação técnica no Estado de São Paulo. São opções que abrangem formação inicial dentro de áreas como construção civil, alimentos e bebidas, beleza e setor automotivo, entre outras.

Até o momento, cerca de 270 MEIs de todo o Estado já foram beneficiados com o programa Juro Zero Empreendedor. Uma das contempladas foi a empresária Beatriz Romagnoli, que, após um longo período trabalhando como designer gráfica em grandes empresas, criou a Canecas Mania e Muito Mais, que faz brindes e souvenirs.

Para aumentar a produção da sua empresa, Beatriz solicitou um crédito de R$ 4 mil do programa Juro Zero para investir na compra de uma impressora e uma plotter de recorte para melhorar a qualidade dos trabalhos, além de utilizar parte do dinheiro para adquirir um pouco mais de estoque. Hoje, ela já consegue medir o resultado do investimento, com aumento de 25% nas vendas de seus produtos.

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Exportação do agronegócio cresceu 2,9% no semestre, a US$ 49,5 bilhões

13/07/18 | Valor econômico

Na primeira metade deste ano, as exportações do agronegócio brasileiro tiveram um aumento de 2,9% em receita na comparação com o mesmo período do ano passado, para US$ 49,5 bilhões, puxadas mais uma vez pelos embarques de soja e derivados, de acordo com o levantamento divulgado nesta sexta-feira pelo Ministério da Agricultura a partir de dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex/Mdic). As importações de produtos do agronegócio, por sua vez, recuaram 3,6% na mesma comparação, para US$ 7,036 bilhões no primeiro semestre do ano. Com isso, o setor obteve um superávit comercial de US$ 42,498 bilhões, alta de 4% na comparação anual.

Na série histórica iniciada em 1997, o atual foi o maior superávit registrado para o intervalo de janeiro a junho, enquanto a receita com exportação foi a segundo maior.

Apenas a receita com os embarques com soja no primeiro semestre avançou 11,8%, para US$ 22,317 bilhões — crescimento alimentado tanto pelo maior volume exportado como pela valorização dos produtos.

O ministério afirma, em nota, que além da previsão de aumento da produção de soja na safra 2017/2018, o cenário favorável para a comercialização do grão é complementado pelo conflito comercial entre Estados Unidos e China. A disputa deve estimular as vendas de soja brasileira ao mercado chinês.

Outro segmento que também aumentou sua receita com exportação foi o de produtos florestais, que inclui papel e celulose.

No semestre, o faturamento com as exportações desses produtos cresceu 30,1%, para US$ 7,076 bilhões.

Esse resultado desbancou, inclusive, o obtido pelo setor de carnes com exportações, que desde 2007 vinha à frente do segmento de produtos florestais. No semestre, os embarques de carnes ficaram em US$ 6,379 bilhões, um recuo anual de 12,7%. No primeiro semestre do ano passado, a receita com as exportações de carnes ainda foi maior do que as de produtos florestais.

Segundo o Ministério da Agricultura, “embargos impostos à carne brasileira têm prejudicado o desempenho das exportações, como exemplos da União Europeia, da Rússia e da Arábia Saudita, cujos mercados significaram redução US$ 1,02 bilhão no primeiro semestre de 2018 ante idêntico intervalo de 2017”. Também registraram queda na receita com exportação no primeiro semestre deste ano os setores sucroalcooleiro e de café.

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